Loja das Obras - Especializamo-nos na manutenção de imóveis e na manutenção preventiva dos imóveis.
TODO O SERVIÇO DE RECONSTRUÇÃO E REMODELAÇÕES NA ZONA DO DISTRITO DO PORTO
PINTURAS (interiores e exteriores)
Nós fazemos, contacte-nos. Fazemos o orçamento grátis e depois voçe decide.
Telem: 93 332 47 89 / E-mail:
lojadasobras @gmail.com
TINTAS
Tinta é uma mistura devidamente estabilizada de
pigmentos e resina, formando uma película sólida, fosca ou brilhante, com a
finalidade de proteger e embelezar .
A tinta é uma preparação, geralmente na forma líquida,
cuja finalidade é a de revestir uma dada superfície.
Quando essa tinta não contém pigmentos, ela é chamada
de verniz .
Por ter pigmentos a tinta cobre o substrato, enquanto
o verniz deixa transparente.
Resina
Resina é a parte não volátil da tinta, que serve para
aglomerar as partículas de pigmentos e é responsável pela transformação do
produto, do estado líquido para o sólido, convertendo-o em película.
As resinas são responsáveis pelas propriedades
físico-químicas da tinta, determinando, inclusive, o uso do produto e sua secagem.
A resina é a parte da tinta que solidifica para formar
a película de tinta seca.
Pigmentos
Material sólido finamente dividido e insolúvel. São
utilizados para dar cor, opacidade, certas características de resistência e
outros efeitos.
São divididos em pigmentos ativos, que conferem
cor/opacidade, e inertes (cargas), que conferem certas propriedades, tais como
diminuição de brilho e maior consistência.
Aditivos
Ingredientes que proporcionam características
especiais às tintas. São utilizados para auxiliar nas diversas fases de
fabricação e conferir características necessárias à aplicação. Os aditivos são
para auxiliar na secagem da tinta.
Solventes
Líquido volátil, geralmente de baixo ponto de
ebulição, utilizado na diluição de tintas e correlatos.
São classificados em solventes ativos ou verdadeiros,
latentes e inativos.
O diluente, auxilia no ajuste da viscosidade bem como
veículo dos demais componentes, podendo, se dosados adequdamente, facilitar a
aplicação das tintas.
Fonte: Tintas Iquine
TINTAS PARA INTERIORES
Com a ampla variedade de tintas existentes no mercado
pode ser dificil para si a escolha do material certo aplicar, peça o
aconselhamento a um especialista. Como há muitas diferenças entre as várias
tintas é importante conhecer cada tipo.
Começa-mos pelos vários tipos de tintas para
interiores. Embora existam tintas para todas as superfícies a aplicação da
tinta errada pode danificar a superfície e normalmente não adere bem, assim é
importante conhecer o material adquado a aplicar.
As fórmulas têm sido melhoradas existe tintas para
resistir à sujidade e humidade, são laváveis e duráveis.
As tintas de alto brilho são as mais duráveis porque contêm mais resina do que
as semibrilhantes ou as foscas. Resina é um componente que endurece quando a
tinta seca. Quanto mais resina, mais dura a superfície.
As tintas foscas são a de escolha para a maioria das pessoas, para paredes
interiores e tectos porque dão um acabamento atraente e sem reflexos que sofrem
menos desgaste e precisam ser lavadas só de vez em quando.
Látex ou PVA
Tinta feita à base de água, geralmente utilizada em
pintura de paredes internas, principalmente para tetos e áreas secas que
dispensam manutenção constante. É encontrada apenas em acabamento fosco, pois
sua resina não permite a variação de brilho. Oferece pouca resistência à ação
do sol e tem baixa lavabilidade, ou seja, não resiste à limpeza constante.
Acrílica
Também é uma tinta feita à base de água. É indicada
para pinturas internas e externas. As tintas acrílicas podem ser encontradas em
três tipos de acabamento:
- Fosco: menos
resistente à limpeza, no entanto, ressalta menos as imperfeições da
parede.
- Semibrilho: tem
um pouco de brilho e resiste mais à limpeza do que a tinta fosca. Devido
ao brilho que possui, destaca mais as imperfeições da parede.
- Acetinada: confere à
parede um toque mais fino, sofisticado, com um brilho suave, que resiste
bem à limpeza. Assim como a tinta semibrilho, ela destaca as imperfeições
da superfície.
Fonte: hsw
CAPOTO
SISTEMA DE CAPOTO EM 5 PASSOS.
1 - Certificar-se que toda a superfície a aplicar capoto se encontra limpa e regular, aplicar na face da placa de Poliestireno Expandido (Esferovite) massa para aderência à parede.
2 - Colar as placas de Poliestireno Expandido verificando o posicionamento com as juntas sobre postas.

3 - Fixar mecanicamente, em todas as arestas são aplicadas cantoneiras para protecção mecânica e criação de um ângulo vivo.
4 - Sobre essas placas de Poliestireno Expandido é aplicada uma rede de fibra de vidro com duas de mão de revestimento que garante a adequada resistência a impactes mecânicos.
5 - São aplicadas duas demão do revestimento de massa de acabamento e a seguir pintar.
Recupere as fachadas da sua casa. Beneficie de uma melhor climatização no interior da sua habitação com o sistema de capoto. Nós fazemos, contacte-nos. Orçamentos grátis.
1 - Certificar-se que toda a superfície a aplicar capoto se encontra limpa e regular, aplicar na face da placa de Poliestireno Expandido (Esferovite) massa para aderência à parede.
2 - Colar as placas de Poliestireno Expandido verificando o posicionamento com as juntas sobre postas.

3 - Fixar mecanicamente, em todas as arestas são aplicadas cantoneiras para protecção mecânica e criação de um ângulo vivo.
4 - Sobre essas placas de Poliestireno Expandido é aplicada uma rede de fibra de vidro com duas de mão de revestimento que garante a adequada resistência a impactes mecânicos.
5 - São aplicadas duas demão do revestimento de massa de acabamento e a seguir pintar.
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Sistema Isolamento Exterior
O sistema de isolamento STOMIX utiliza painéis de poliestireno expandido (EPS)
como parte do seu sistema.
Possui limite de aplicabilidade até aos 12 metros de altura.
O sistema está de acordo com os requerimentos Técnicos Europeus
para isolamento térmico pelo exterior possuindo conformidade ETAG04 e marcação CE.
Prazo de reclamação de defeitos na aquisição de bens imóveis.
Existem três prazos diferentes a atender na venda de bens com defeitos:
1º o prazo para a denuncia dos defeitos.
2º o prazo de garantia.
3º o prazo para a propositura de respectiva acção judicial.
Comecemos pelo prazo de garantia, este tratando-se de bens imóveis, é de 5 anos, significa isto que o comprador durante aquele período de tempo pode anular o contrato, requerer a redução do preço, a reparação da coisa ou a sua substituição (esta ultima opção depende da condição do vendedor não desconhecer sem culpa a qualidade do bem vendido)
Por sua vez, o prazo de denuncia é, tratando-se de bens imóveis, de um ano após o conhecimento do defeito e dentro dos 5 anos após a entrega do bem imóvel.
Por ultimo, o prazo para o comprador propor a acção judicial para anular o contrato de compra e venda, é, de acordo com o previsto no Código Civil, o prazo previsto para a denúncia (ou seja, um ano após o conhecimento do defeito e dentro dos cinco anos após a entrega do bem), ou, dentro dos 6 meses após aquela. Se a acção não for intentada dentro deste prazo, o comprador perde o direito de recorrer ao tribunal para anular o contrato.
1º o prazo para a denuncia dos defeitos.
2º o prazo de garantia.
3º o prazo para a propositura de respectiva acção judicial.
Comecemos pelo prazo de garantia, este tratando-se de bens imóveis, é de 5 anos, significa isto que o comprador durante aquele período de tempo pode anular o contrato, requerer a redução do preço, a reparação da coisa ou a sua substituição (esta ultima opção depende da condição do vendedor não desconhecer sem culpa a qualidade do bem vendido)
Por sua vez, o prazo de denuncia é, tratando-se de bens imóveis, de um ano após o conhecimento do defeito e dentro dos 5 anos após a entrega do bem imóvel.
Por ultimo, o prazo para o comprador propor a acção judicial para anular o contrato de compra e venda, é, de acordo com o previsto no Código Civil, o prazo previsto para a denúncia (ou seja, um ano após o conhecimento do defeito e dentro dos cinco anos após a entrega do bem), ou, dentro dos 6 meses após aquela. Se a acção não for intentada dentro deste prazo, o comprador perde o direito de recorrer ao tribunal para anular o contrato.
REVESTIMENTOS
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Revestimento de Paredes - Isolamento Térmico
Dryvit: Sobre a parede exterior plana e limpa são coladas ou mecanicamente fixas as placas de Poliestireno Expandido (Esferovite) com as características EPS60 que revestem as paredes da envolvente do edifício na totalidade pelo exterior, de forma a criar uma superfície contínua, plana e homogénea. Sobre essas placas de Poliestireno Expandido é aplicada uma tela de fibra de vidro com duas de mão de Primário Dryvit que garante a adequada resistência a impactes mecânicos. Em todas as arestas são aplicadas cantoneiras para protecção mecânica e criação de um ângulo vivo. Sobre as duas demão de primário são aplicadas duas demão do revestimento Dryvit.

É importante incorporar o isolamento térmico no revestimento da envolvente dos edifícios, dado que é esta a melhor forma de atenuar o impacto dos extremos do clima (temperatura e humidades) sobre os elementos estruturais do mesmo, podendo assim aumentar a sua saúde e longevidade. Os revestimentos exteriores são então colocados sobre esse isolamento térmico – deixando ou não uma caixa de ar para ventilação do espaço entre o isolamento térmico e o revestimento final. Nesta área estão listadas algumas empresas que fornecem estes sistemas, tendo sempre que ser exigidas as garantias adequadas.
ORIGEM DO POST
Qualidade e Renovação do ar no interior da habitação
Por que a qualidade do ar interior baixou tanto, a qualidade da construção das habitações não tem vindo a melhorar?
A qualidade do ar interior refere-se à temperatura e à humidade do ar no interior de uma estrutura.
No caso de uma habitação humana, a qualidade do ar é determinada pela sua capacidade de manter a saúde e o bem-estar dos indivíduos que ocupam essa estrutura.

Durante os anos 70, o uso global de energia tornou-se um importante tópico político e económico devido às crises energéticas que ocorreram durante aquela década. Logo a seguir, o custo do aquecimento e refrigeração de ar em edificações cresceu e as mudanças foram introduzidas nas técnicas de construção.
As novas técnicas de construção de edificações foram desenvolvidas para reduzir o volume de transferência de calor através das paredes e janelas. Além disso, essas técnicas visavam reduzir o volume de troca ou de infiltração de ar através das paredes, janelas e portas.
A qualidade do ar interior refere-se à temperatura e à humidade do ar no interior de uma estrutura.
No caso de uma habitação humana, a qualidade do ar é determinada pela sua capacidade de manter a saúde e o bem-estar dos indivíduos que ocupam essa estrutura.

Durante os anos 70, o uso global de energia tornou-se um importante tópico político e económico devido às crises energéticas que ocorreram durante aquela década. Logo a seguir, o custo do aquecimento e refrigeração de ar em edificações cresceu e as mudanças foram introduzidas nas técnicas de construção.
As novas técnicas de construção de edificações foram desenvolvidas para reduzir o volume de transferência de calor através das paredes e janelas. Além disso, essas técnicas visavam reduzir o volume de troca ou de infiltração de ar através das paredes, janelas e portas.

As condições de ventilação (a falta de ventilação associada ao maior isolamento térmico e acústico dos novos edifícios por motivos de conforto, impede a renovação eficaz de ar).
No caso do isolamento térmico implicar excesso de humidade dentro de um edifício, poderão ocorrer contaminações de fungos e bactérias.
Da má manutenção e limpeza dos sistemas de ar condicionado podem também advir doenças provocadas por vírus e bactérias.
Quando as condições estão abaixo das desejáveis, podem surgir casos de pessoas com o chamado “Síndroma dos edifícios doentes”, em que é comum a manifestação de dores de cabeça, cansaço, comichões, irritação nos olhos, nariz e garganta.
Quando as condições estão abaixo das desejáveis, podem surgir casos de pessoas com o chamado “Síndroma dos edifícios doentes”, em que é comum a manifestação de dores de cabeça, cansaço, comichões, irritação nos olhos, nariz e garganta.
Para nos sentirmos saudáveis entre quatro paredes, devemos então contar com uma suficiente introdução de ar novo no espaço interior e um sistema de ventilação que seja distribuído por todo o edifício.

Deve haver também um rigoroso controlo dos níveis de poluentes interiores e níveis adequados de temperatura e humidade relativa.
Casas com selo verde
Já pensou na possibilidade de reduzir a factura energética em 60% e, ao mesmo tempo, ajudar o meio ambiente e fazer um bom investimento?
Invista a bem da ecologia e sem perder conforto.
COMO TORNAR A SUA CASA AMIGA DO AMBIENTE
COBERTURA: A instalação de painéis fotovoltaicos, para transformar a energia solar em energia elétrica, aquecer a água e o meio ambiente interior, podem reduzir a factura energética em 60%.
TUBAGENS: Os sistema de aproveitamento das águas das chuvas, banhos e electrodomésticos possibilitam diminuir a factura da água entre 30% e 50%.
ISOLAMENTOS: Uma das soluções mais conhecidas é o aglomerado negro de cortiça expandida, que pode ser aplicado no piso ou nas paredes, funcionando como uma excelente protecção contra humidades e a melhor opção para o isolamento acústico e térmico das paredes.
TINTAS: A utilização de tintas ecolológicas melhora a qualidade do ar interior.
VIDROS: Os vidros duplos reduzem o barulho exterior e a perda de calor em 50%. Podem também optar por vidros térmicos que são aquecidos pelo lado interior, como substitutos do ar condicionado ou do sistema de aquecimento.
CASA DE BANHO: Poupe água com a instalação de torneiras com sensores de presença ou temporizadores.
LÂMPADAS: Use lâmpadas fluorescentes compactas. São mais caras que as lâmpadas incandescentes, mas consomem menos energia e duram 10 vezes mais.
SOALHO: A madeira é uma boa escolha. No entanto, pode preferir usar o linóleo por ser um produto totalmente natural e orgânico, é ideal para locais de passagem frequente porque a sua resistência aumenta com o tempo.
JARDIM: Use lanternas solares consomem muito menos energia e não pesam na factura mensal de electricidade.
FACHADA VENTILADA
Um sistema protótipo para fachadas ventiladas deu ao bracarense Márcio Cunha o segundo lugar do Prémio Inovação Jovem Engenheiro 2006.Licenciado pela Universidade do Minho em Engenharia Civil, trabalha agora numa empresa de construção civil bracarense.
Tudo este trabalho começou devido à sua tese de mestrado cujo tem estava relacionado com as fachadas ventiladas. Com base na tese partiu para prática.O sistema foi desenvolvido e ensaiado nos laboratórios da Faculdade de Engenharia do Porto com resultados satisfatórios. Depois foi só partir para a sua aplicação em obras. O sistema já foi utilizado em construções da empresa onde trabalha.
O SISTEMA
Márcio Cunha explica que não inventou as fachadas ventiladas, mas sim uma técnica com uma série de vantagens a nível prático. A primeira grande vantagem é o facto da sua aplicação, não requerer qualquer tipo de perfuração, colagem ou rebitagem. Além de ter custos mais reduzidos do que os sistemas que são importados, estas fachadas ventiladas distinguem-se ainda por serem fáceis de montar. Numa linguagem mais técnica Márcio explica que “é uma solução com fixação contínua e não pontual, podendo adoptar vários tipos de materiais para o revestimento, com fixação visível ou oculta e que permite vencer afastamentos entre apoios até 2,10 metros para placas de revestimento com 1,20 metros de largura”.
O QUE SÃO FACHADAS VENTILADAS?
Uma fachada ventilada é um sistema de protecção e revestimento, criando, assim, uma câmara-de-ar em movimento. O adjectivo ” ventilado” deriva, exatamente, desta câmara-de-ar que permite a ventilação natural e contínua da parede do edifício, através do efeito de chaminé( o ar entra frio pela parte inferior e sai quente pela parte superior).
Deste modo, com o arejamento da parede, evitando-se as comuns condensações e humidades das fachadas tradicionais, consegue-se um maior conforto térmico, logo maior eficiência energética. Tem ainda, como outras vantagens a montagem fácil e possibilidade de colocação das instalações eléctricas e sanitárias no espaço criado entre a parede e o revestimento.
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